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As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)

Montreal é uma cidade incrível — vibrante, multicultural e cheia de vida. Mas, como qualquer destino famoso, também tem suas armadilhas que fazem muita gente perder tempo e dinheiro. Desde 2018, vivendo aqui, já vi (e vivi) muitos desses perrengues: atrações superestimadas, filas sem fim, restaurantes pega-turista e lugares que parecem melhores no Instagram do que na vida real. Neste guia, reuni as 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal, com explicações rápidas e alternativas muito melhores para você aproveitar a cidade como um local.

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Escrito por Marco VasconcelosEditor
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Como Montreal entrou na nossa vida (e armadilhas também)

Muito antes de decidir imigrar para o Canadá em 2018, eu, minha esposa e minhas filhas fizemos uma viagem exploratória em 2017 — e foi ali que Montreal nos conquistou por completo. A cidade tinha tudo o que procurávamos: a vibe de festivaisa cena hipstero clima criativo, bairros cheios de personalidade e aquela mistura única de cultura, diversidade e vida urbana que não vimos em nenhum outro lugar.

Entre todas as cidades que visitamos naquele roteiro, Montreal foi a escolha natural para chamar de casa.

Escrevi um post sobre isso em outro blog que fala de Quebec: 8 coisas que deve fazer numa viagem exploratória ao Canadá antes de imigrar

Mas, claro… como todo bom turista, também caímos em várias armadilhas: atrações superestimadas, restaurantes pega-turista, passeios caros e experiências que pareciam maravilhosas nos guias, mas que na prática não entregavam tudo aquilo.

E o mais curioso é que, mesmo depois de anos vivendo aqui, ainda acabo caindo em algumas ciladas — Montreal sabe ser sedutora até para quem já conhece seus truques.

É por isso que preparei este guia com as 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal, sempre acompanhadas de alternativas realmente melhores — para que você aproveite a cidade com o olhar de quem vive aqui.

Critérios e parâmentros da lista

Vale lembrar que esta é uma avaliação pessoal, e algumas dessas atrações podem fazer sentido para certos perfis de visitante.

Ainda assim, muitas delas aparecem em listas de “turist traps” em blogs locais e internacionais, então talvez eu não seja o único com essa impressão. No fim, o critério principal para definir o que é ou não uma armadilha é simples: o quanto realmente vale o que você paga.

1. La Ronde: diversão cara e ultrapassada

La Ronde é o principal parque de diversões de Montreal, localizado na Île Sainte-Hélène, parte do Parc Jean-Drapeau. Administrado pela Six Flags, o parque reúne dezenas de montanhas-russas e atrações familiares — e é vendido como “o maior parque de diversão de Quebec”.
🔗 Site oficial: https://www.laronde.com

Agora… vamos ao que realmente importa: a experiência prática.

Se você vem para Montreal com crianças ou adolescentes, é normal pensar que o parque será um “programa obrigatório”. Eu mesmo pensei isso — e levei minhas filhas em 2017, ainda na nossa fase de turistas. Caí bonito na armadilha.

As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)
Parque de diversões – La Ronde

A verdade é que o parque é antigo, mal conservado e lembra aqueles parques itinerantes que aparecem em cidades pequenas, só que em escala maior. Não é exagero: muitas atrações dão um ar de abandono, e a sensação geral é de algo que não acompanhou o ritmo moderno da cidade.

Minhas filhas, claro, adoraram na época (elas tinham 13 anos). E ainda voltaram algumas vezes com amigos em verões seguintes — mas apenas por falta de opções de parques do gênero em Montreal, não pela qualidade.

Por que considero uma armadilha?

  • Filas gigantes que facilmente ultrapassam 1 hora.
  • Preços altos para um parque que não entrega o que cobra.
  • Estrutura antiga e pouca modernização ao longo dos anos.
  • Avaliação péssima dos visitantes: segundo o MTL Blog, a La Ronde aparece com mais de 50% de reviews negativos, ficando em 2º lugar entre as atrações mais decepcionantes do Canadá These Montreal tourist attracti….

✔ Melhor alternativa (e muito mais agradável):

Explorar o Parc Jean-Drapeau de bike ou e-bike.
A ilha é linda, tem vistas incríveis do skyline de Montreal, áreas verdes enormes e ciclovias perfeitas. É uma experiência relaxante, autêntica e infinitamente melhor do que enfrentar filas e calor no parque.

2. Rue Sainte-Catherine: falso glamour de Montreal

Rue Sainte-Catherine é oficialmente apresentada como a rua de compras mais famosa de Montreal — um corredor que atravessa o coração da cidade, repleto de lojas, bares, teatros e centros culturais.

Em teoria, deveria ser incrível. Na prática… depende muito do que você busca.

As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)
Rue Sainte-Catherine em Montreal

Se você gosta daquela vibe urbana de grande centro comercial, com movimento intenso, vitrines, música alta e gente de todos os lados, é possível que curta. Mas se vier esperando charme, arquitetura histórica ou uma experiência parecida com o Plateau ou o Mile End, já aviso: não é bem isso que você vai encontrar.

Na maior parte do ano, a Sainte-Catherine é um corredor comercial sem muita personalidade, com:

  • preços mais altos,
  • lojas repetidas,
  • obras intermináveis,
  • multidões constantes.

É como se fosse uma versão compacta da Times Square — só que sem os telões.

A exceção fica para o verão: durante os festivais, a rua muda completamente. Palcos, eventos, música ao vivo e arte ocupam o espaço público, criando uma energia realmente especial. Mas fora dessa época, a experiência é bem menos empolgante.

Em resumo: é um lugar para passar, não para “conhecer”.

✔ Alternativa local (muito mais autêntica):

Boulevard Saint-Laurent, Plateau ou Mile End.
Nessas regiões você encontra Montreal do jeito que os moradores vivem:

  • cafés independentes,
  • brechós,
  • murais e arte urbana,
  • lojas locais únicas,
  • restaurantes criativos.

É onde a cidade revela sua essência — e onde a visita realmente vale a pena.

3. Biodôme: bonito, mas curto (e caro para o que entrega)

Biodôme de Montréal faz parte do complexo Espace pour la Vie, que reúne museus voltados à natureza e ciências. A atração recria diferentes ecossistemas — da floresta tropical ao Ártico — com animais, sons e temperaturas controladas.
🔗 Site oficial: https://espacepourlavie.ca/biodome

É uma experiência imersiva, educativa, visualmente bonita… mas está longe de ser memorável como muitos blogs fazem parecer.

Mesmo depois da grande reforma de 2021, voltei lá para levar minha mãe quando ela veio me visitar — e, sinceramente, saí com a mesma sensação da primeira vez: “não precisava ter voltado.”
A atração não ganhou nada que justificasse o preço cada vez mais alto, e a visita continua curta, linear e sem momentos realmente marcantes.

E aqui entra a parte prática: vivendo no Canadá, a gente sente no bolso o quanto muitas atrações encareceram, e o Biodôme é um desses casos em que o custo não acompanha o que é entregue.
É bonito? Sim. Vale o preço? Na maioria das vezes, não.

Para famílias, isso pesa ainda mais: a visita costuma durar entre 45 minutos e 1h15, o que com ingressos individuais rapidamente vira uma conta alta para um passeio que acaba rápido.

Por que considero uma armadilha?

  • Experiência curta demais
  • Preço elevado pelo que oferece
  • Pouca evolução mesmo após a reforma
  • Muitos turistas saem com a sensação de “é só isso?”

✔ Alternativa muito melhor (e mais impactante):

O Jardim Botânico, especialmente na primavera e no outono.
Gigantesco, com dezenas de áreas temáticas, eventos sazonais, estufas, trilhas, florescimento de lilases, cerejeiras e jardins culturais incríveis.

É uma experiência completa, única em escala mundial, muito mais rica e variada do que o Biodôme — e pode facilmente preencher uma manhã ou tarde inteira.

4. Restaurantes no Vieux-Port: muito charme, pouco sabor (e preços lá em cima)

Vieux-Port de Montreal é, sem dúvida, uma das áreas mais bonitas e fotogênicas da cidade. Ruas de paralelepípedos, arquitetura histórica, vista para o rio, carruagens, artistas de rua… tudo parece saído de um cartão-postal.

Mas quando o assunto é comer bem, a história muda.

As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)
Restaurante no Old Port Montreal

Ao longo dos meus mais de 7 anos vivendo em Montreal, tentei — várias vezes — encontrar aquele restaurante especial no Vieux-Port, o tipo de lugar que você descobre, se apaixona e recomenda para todo mundo.
E a verdade é que quase sempre saí decepcionado.

O bairro é lindo para caminhar, fotografar e sentir o clima histórico, mas não é o melhor lugar para comer. A maioria dos restaurantes ali é pensada para turistas, o que significa:

  • preços mais altos,
  • pratos menos autênticos,
  • menus genéricos,
  • qualidade inconsistente,
  • e aquela sensação de “paguei caro pela localização, não pela comida”.

Claro que existe uma ou outra exceção, mas no geral, a experiência não justifica o custo, especialmente para quem já vive a cidade e conhece opções melhores a uma curta caminhada ou metrô.

✔ Onde comer muito melhor (e com preço mais honesto):

Saint-Paul + Saint-Laurent (Plateau) — cafés, bares e restaurantes locais com muita personalidade.
Griffintown — opções modernas, criativas e com foco em ingredientes frescos.
Little Burgundy — um dos melhores polos gastronômicos da cidade, com variedade e qualidade superior.

Essas áreas mostram o verdadeiro sabor de Montreal — e ainda garantem uma experiência autêntica, longe do “cardápio para turista”.

5. Aluguel de barcos elétricos no Vieux-Port ou no Lachine Canal: caro, lento e decepcionante

O aluguel de barcos elétricos em Montreal — tanto no Vieux-Port quanto no Canal de Lachine — é vendido como uma atividade romântica e relaxante, perfeita para uma tarde de verão.

Mas basta observar um pouco para perceber que essa é uma das armadilhas favoritas entre turistas todos os anos.

As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)
Old Port Montreal – Local de partida de todos os Tours.

Eu mesmo cai nessa em 2017, na minha primeira viagem à cidade. Na época, a ideia parecia irresistível: navegar pelo porto, ver Montreal de outro ângulo, curtir a tarde na água… mas a realidade foi bem diferente — e desde então, a cena se repete todo verão quando passo de bike pela região.

A verdade é que a experiência entrega muito pouco pelo valor cobrado.

Por que considero uma armadilha?

  • Preço salgado para um passeio curto
  • Velocidade extremamente baixa, o que torna a experiência entediante
  • Trajeto limitado, sem vistas muito interessantes
  • Cenário frequentemente sem graça — especialmente no Lachine Canal, que de dentro do barco parece ainda mais monótono
  • Zero adrenalina e pouca sensação de “passeio especial”

O combo “expectativa alta + custo alto + entrega baixa” transforma essa atividade em uma das mais superestimadas da cidade.

✔ Alternativas muito melhores (e realmente divertidas):

• Caiaque ou paddleboard
Baratos, leves, silenciosos e perfeitos para apreciar a cidade com liberdade.
O Lachine Canal — apesar de sem graça no barco elétrico — fica muito mais bonito e interativo de SUP ou caiaque.

• Rafting Montreal (Rio Lachine ou Rio Rouge)
Se quiser algo mais intenso, é disparado uma das melhores atividades de verão da cidade.

Leia também: Rafting em Montreal: Guia Completo

• Speed boat / Jet boat no Saint-Laurent
Experiência divertida, dinâmica, com muito mais emoção e vistas bem mais impressionantes.

No geral, todas essas opções têm um custo-benefício muito superior ao dos barcos elétricos — e entregam algo que você realmente lembra depois.

6. Grande Roue de Montréal: linda nas fotos, decepcionante na cabine

Grande Roue de Montréal, no coração do Vieux-Port, é uma das atrações mais fotografadas da cidade. Com seus 60 metros de altura, ela promete “a melhor vista panorâmica de Montreal” — especialmente ao anoitecer, quando fica iluminada e realmente impressiona nas fotos.
🔗 Site oficial: https://granderouedemontreal.com

Preciso dizer que essa eu nunca fiz pessoalmente, mas tenho vários amigos, colegas de trabalho e visitantes que acabaram caindo nessa armadilha — e o feedback foi unânimea experiência não vale o preço.

As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)
A Grande Roda Gigante de Montreal

Sim, a roda-gigante é linda visualmente e funciona como um dos cartões-postais do Vieux-Port. Mas quando você entra na cabine e a roda começa a girar, a sensação é outra.

Por que considero uma armadilha (mesmo sem ter ido)?

  • Ingresso caro, especialmente para famílias
  • Vista parcialmente bloqueada em vários ângulos por prédios e estruturas do porto
  • Giro rápido demais, deixando a experiência curta e pouco memorável
  • Muitos visitantes relatam sair com a sensação de “paguei pela foto, não pelo passeio”

Ou seja: parece incrível no Instagram… mas na vida real fica bem aquém da expectativa.

✔ Alternativa muito melhor (e 100% gratuita):

• Pôr do sol no Clock Tower Pier
Um dos lugares mais bonitos do Vieux-Port, com vista ampla, atmosfera tranquila e um cenário perfeito para fotos — sem pagar nada.

Leia também: Festival de Fogos em Montreal: Onde Ver de Graça e se Realmente Vale a Pena

E se a ideia é ver a cidade do alto, o Mount Royal Belvedere continua sendo a melhor vista de Montreal: mais alta, mais imponente e totalmente gratuita.

7. Igreja Notre-Dame: bonita, mas há outras melhores

Basilique Notre-Dame de Montréal é, sem dúvida, uma das atrações mais fotografadas do Canadá. Seus interiores azulados, o órgão monumental, os vitrais e o jogo de luzes fazem dela uma das igrejas mais bonitas da América do Norte — é simplesmente impossível negar isso.
🔗 Site oficial: https://www.basiliquenotredame.ca

Mas apesar de toda essa beleza, visitar a Notre-Dame pode facilmente virar uma armadilha turística se você chegar sem planejamento. E isso acontece com MUITA gente.

As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)
Interior da Igreja Notre-Dame em Montreal

Eu mesmo só percebi a dinâmica depois de virar morador. Quem vem como turista, sem saber o timing ideal, quase sempre vive a experiência mais frustrante:

Por que considero uma armadilha (dependendo do horário e do dia)?

  • Filas gigantes, especialmente entre junho e setembro
  • Ingresso caro para uma visita rápida
  • Horários limitados devido a casamentos, missas, ensaios e eventos privados
  • Lotação alta, dificultando fotos e a contemplação do interior
  • Turistas chegam empolgados e acabam gastando mais tempo esperando para entrar do que realmente apreciando a nave

No fundo, a Notre-Dame não é uma “armadilha” pela qualidade — porque a igreja é de fato um encanto — mas pelo jeito como muitos visitantes vivenciam a experiência, que acaba sendo muito menos agradável do que poderia.

✔ Alternativa igualmente linda — e sem lotação

Oratoire Saint-Joseph (Oratório São José)

Uma das melhores alternativas em Montreal: imponente, gratuito e com uma vista incrível da cidade — a segunda melhor para o pôr do sol, logo depois do Mont Royal.

As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)
Oratoire Saint-Joseph (Oratório São José)

Poucos turistas sabem, mas atrás da basílica existe um jardim que reproduz o calvário de Jesus Cristo, um espaço silencioso e lindíssimo que quase ninguém visita.

Se quiser um lugar especial, bonito e autêntico, essa recomendação é sem erro.

8. Biosphère de Montréal: uma cúpula icônica… mas a visita pode decepcionar

Biosphère de Montréal é um dos símbolos arquitetônicos mais marcantes da cidade. Construída para a Expo 67, essa estrutura geodésica futurista chama atenção de longe e rende fotos lindíssimas no Parc Jean-Drapeau.
🔗 Site oficial: https://biosphere.ec.gc.ca

Mas apesar do visual impressionante por fora, a experiência por dentro costuma deixar muitos turistas — e até alguns moradores — com aquela sensação de “só isso?”. Além disso, figura em entre uma das maiores armadilhas para turistas no Canadá em vários rankings de turismo.

As 8 maiores armadilhas para turistas em Montreal (e o que fazer no lugar delas)
Biosphère de MontréalParc Jean-Drapeau.

Por que considero uma potencial armadilha?

  • A arquitetura externa é o ponto alto — e isso você aproveita de graça, do lado de fora.
  • O interior é mais simples do que muita gente espera, com exposições pequenas sobre meio ambiente e sustentabilidade.
  • O espaço interno costuma parecer vazio em relação ao tamanho monumental da estrutura.
  • Ingresso caro para um museu que pode ser visitado em 30–45 minutos.
  • Turistas chegam esperando algo “grandioso” por causa da aparência externa… e saem meio frustrados.

Mesmo depois de morar aqui por anos, sempre que levo alguém para visitar, a reação é parecida: todos amam a cúpula, mas raramente consideram a visita interna imperdível.

✔ Como aproveitar sem cair na armadilha?

Aproveite a Biosphère pelo lado de fora.
Ela é uma das estruturas mais fotogênicas da cidade, especialmente ao pôr do sol. Caminhar pelo parque, fazer fotos e ver a cúpula de diferentes ângulos é uma experiência muito mais prazerosa que entrar nas exposições.

✔ Alternativas mais interessantes dentro do Parc Jean-Drapeau

• Passeio de bike pelo parque
Vistas lindas do skyline, ciclovias tranquilas e muita natureza.

• Centro de Exposições do Casino de Montréal
Mais moderno, mais bem produzido e com exposições temporárias de maior impacto.

Conclusão: Montreal vale cada minuto — se você souber onde ir

Montreal é uma cidade vibrante, criativa e cheia de surpresas.
Mas também é um destino onde algumas atrações sobrevivem mais pela fama do que pela qualidade da experiência.

Ao evitar essas armadilhas, você ganha:

  • tempo
  • dinheiro
  • experiências mais autênticas
  • memórias mais especiais

E é exatamente isso que eu tento mostrar aqui no Vale a Pena Visitar: uma visão realista, prática e honesta da cidade onde moro desde 2018 — para que você viva o melhor de Montreal desde o primeiro dia.

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